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Nikolas Ferreira revela foto de delegada que pediu prisão de Salazar abraçada a Omar Aziz; veja vídeo artwork

Nikolas Ferreira revela foto de delegada que pediu prisão de Salazar abraçada a Omar Aziz; veja vídeo

Portal CM7

October 20, 2026

Amazonas  – O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou as redes sociais para fazer uma grave denúncia. Inicialmente, ele questionou a imparcialidade do pedido de prisão contra o Sargento Salazar (PL-AM). O episódio polêmico ocorreu nos bastidores do debate eleitoral da TV Norte Amaz...

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Amazonas, o deputado federal Nicolas Ferreira, PLMG, utilizou as redes sociais para fazer uma grave denúncia. Inicialmente, ele questionou a imparcialidade do pedido de prisão contra o sargento Salazar. O episódio polêmico ocorreu nos bastidores do debate eleitoral da TV Norte Amazonas. De fato, o parlamentar divulgou um vídeo de forte repercussão na internet. Na prática, Nicolas Ferreira revela foto de delegada responsável pelo caso, Patrícia Leão, abraçada ao senador Omar Aziz, PSDAM, candidato ao governo do Amazonas. Consequentemente, a publicação levantou sérias dúvidas sobre a real motivação por trás da medida judicial restritiva, a defesa de Salazar e a comparação com morais. Durante a gravação, o deputado mineiro argumenta de forma muito incisiva. Segundo ele, a suposta ameaça física não ocorreu no estúdio de televisão. Afinal, o sargento Salazar estava apenas coçando a barba naquele exato momento.

Além disso, Nicolas apontou uma clara disparidade de tratamento por parte das autoridades competentes.

Ele recordou uma situação envolvendo o ministro Alexandre de Morais durante uma sessão no Tribunal Superior Eleitoral. Naquela ocasião, o magistrado fez um gesto similar ao passar a mão no pescoço. No entanto, a autoridade máxima não sofreu nenhum tipo de sanção ou investigação grinal. Ninguém tira os votos dele. Pode ter certeza?

Podem tentar no tapetão, podem tentar calar ele. O povo está com o Salazar, concluiu Nicolás Ferreira no vídeo. Análise técnica e a individualização da conduta. Sob a ótica jurídica e probatória, a inclusão do sargento Salazar nas medidas restritivas levanta questionamentos técnicos. Em seguida, advogados analisaram o princípio legal da individualização da conduta no processo. Dessa forma, a acusação da deputada estadual, Alessandra Campelo, encontra amparo em relatos de testemunhas e imagens internas. Paralelamente, esses elementos probatórios complementares apontariam para as condutas atribuídas ao candidato Kidson Maia durante o evento. Por outro lado, não há um conjunto probatório robusto contra o sargento Salazar até o presente momento. A polícia baseia-se apenas no recorte específico do vídeo amplamente divulgado. Portanto, a defesa contesta a tipicidade do crime e alega que o movimento foi completamente involuntário. No âmbito do direito penal, a aplicação de medidas cautelares exige provas concretas. Em suma, a ausência de indícios sobre a participação de Salazar em outros constrangimentos torna a fundamentação juridicamente frágil. A decisão da justiça eleitoral do Amazonas, apesar disso, o jornalismo deve apresentar todas as medidas tomadas pelo judiciário frente à denúncia formal. Atualmente, a justiça eleitoral do Amazonas deferiu o pedido de proteção judicial feito pela deputada estadual. A juíza Bárbara Folha Adela Paulin interpretou a atitude do militar como uma ameaça velada. Assim, a magistrada determinou o afastamento imediato de forma preventiva.

Salazar e Kiddson devem manter uma distância mínima de 200 metros da parlamentar ofendida e estão proibidos de fazer contato. A decisão também impôs a suspensão da posse e a restrição do porte de armas de fogo dos dois envolvidos.

Por fim, a juíza ordenou que a emissora TV no Amazonas apresente a gravação completa e as imagens brutas das câmeras de segurança.

Esses materiais serão determinantes para confirmar ou afastar o envolvimento de cada político no episódio conturbado. Leia também. Confira os bastidores da corrida eleitoral e os desdobramentos jurídicos das campanhas no Amazonas.

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