‘Legítima defesa?’: Suspeito confessa esfaque4mento de massoterapeuta no Aleixo, mas polícia contesta e desmascara versão; veja vídeo
Portal CM7
October 14, 2026
Manaus – A morte de um massoterapeuta em Manaus ganhou novos detalhes nesta quarta-feira (14), após Mike Cavalcante e Silva confessar à polícia que atacou Daniel Almeida Fonseca, de 44 anos. Entretanto, o investigado afirmou que agiu em legítima defesa, versão que a Delegacia Especializada em...
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Manaus. A morte de um massoterapeuta em Manaus ganhou novos detalhes nesta quarta-feira 14, após Mike Cavalcanti Silva confessar a polícia que atacou Daniel Almeida Fonseca, de 44 anos. Entretanto, o investigado afirmou que agiu em legítima defesa, versão que a delegacia especializada em homicídios e sequestros contesta com base nas provas reunidas durante a investigação. Segundo o delegado Ricardo Cunha, Mike declarou que já tinha um desentendimento antigo com a vítima. Além disso, o suspeito apresentou sua justificativa durante os procedimentos realizados na delegacia. No entanto, a polícia civil afirma que os elementos do inquérito contradizem a versão apresentada. Entre as provas estão imagens de câmeras de segurança que registraram as agressões e a fuga após o crime. Morte de massoterapeuta em Manaus, suspeito confessa crime.
Durante o depoimento a dez, Mike Cavalcanti admitiu sua participação na morte de Daniel Almeida Fonseca. Entretanto, alegou que teria reagido para se defender de uma situação de ameaça. Segundo Ricardo Cunha, o investigado também mencionou uma desavença anterior com o massoterapeuta. Por outro lado, a polícia não encontrou elementos que sustentem a justificativa apresentada. O delegado afirmou que a alegação de legítima defesa é incompatível com as provas disponíveis no inquérito policial. Além disso, a investigação utiliza imagens de câmeras de segurança para reconstruir a sequência dos acontecimentos. Conforme reportagem do portal do Holanda, Ricardo Cunha explicou que os registros mostram as agressões e a fuga do investigado. Câmeras registraram ataque contra massoterapeuta no Aleixo. O homicídio aconteceu na madrugada de 14 de junho, nas proximidades de um posto de combustíveis localizado no bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus. Segundo as investigações, Daniel e Mike tiveram um desentendimento que evoluiu para agressões físicas. Em seguida, o massoterapeuta sofreu vários golpes de faca. As imagens do sistema de segurança registraram momentos do ataque. Além disso, os policiais identificaram a movimentação do investigado após as agressões. De acordo com a DEA Gas, as gravações ajudam a esclarecer a dinâmica do homicídio. Por isso, a polícia utiliza esse material para confrontar as declarações apresentadas pelo suspeito. Entretanto, a avaliação definitiva sobre a alegação de legítima defesa caberá à justiça, que deverá analisar as provas e os argumentos apresentados no processo.
Família de Daniel Almeida Fonseca contesta a versão do suspeito. Familiares do massoterapeuta compareceram à delegacia nesta quarta-feira para acompanhar as informações sobre a investigação.
Durante o atendimento à imprensa, parentes demonstraram revolta com a justificativa apresentada por Mike. Além disso, cobraram responsabilização pela morte de Daniel. O irmão da vítima afirmou que espera a permanência do investigado na prisão. Segundo ele, a família deseja que o caso tenha uma resposta da justiça. Enquanto isso, a polícia civil continua reunindo informações sobre as circunstâncias do homicídio. A manifestação dos familiares ocorreu após a divulgação de novos detalhes do depoimento do investigado. Mike Cavalcanti foi preso no bairro São José. A equipe da Dez localizou Mike Cavalcanti e Silva na terça-feira 13, no bairro São José, zona leste da capital amazonense. Durante a ação, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva relacionado à investigação da morte do massoterapeuta. Além disso, os agentes identificaram indícios de que integrantes de uma organização criminosa pretendiam executar o suspeito. Segundo a polícia, Mike corria risco de sofrer uma punição imposta por um chamado tribunal do crime. Entretanto, a intervenção policial impediu a possível execução.
O delegado Ricardo Cunha destacou que a prisão também evitou que o investigado perdesse a vida.
De acordo com Horror, reportagem do portal dos Acarias, a operação ocorreu quando havia risco de uma ação criminosa contra Mike. Polícia afirma que prisão também impediu possível execução.
Durante os esclarecimentos sobre a ocorrência, Ricardo Cunha afirmou que a atuação da DGS teve dois resultados importantes.
Primeiramente, os policiais conseguiram cumprir a ordem judicial contra o investigado. Além disso, a equipe evitou a possível execução atribuída a integrantes de uma facção criminosa. Segundo o delegado, a operação também permitiu retirar Mike de uma situação de risco. Entretanto, as autoridades ainda precisam esclarecer quem estaria envolvido na ameaça e quais seriam as circunstâncias da possível execução.
Por isso, a identificação de eventuais participantes dependerá da continuidade das apurações policiais. Suspeito passa por audiência de custódia e fica à disposição da justiça. Após a prisão e os procedimentos na delegacia, Mike Cavalcanti foi encaminhado para audiência de custódia. Além disso, o investigado permanece à disposição do poder judiciário enquanto o caso segue os trâmites legais.
A Polícia Civil sustenta que as provas reunidas não confirmam a versão de legítima defesa. Entretanto, essa avaliação policial não substitui uma decisão judicial definitiva. O Tribunal de Justiça do Amazonas disponibiliza informações institucionais sobre o funcionamento do judiciário estadual. Enquanto isso, os familiares de Daniel Almeida Fonseca aguardam o andamento do processo e a análise das provas. Para acompanhar outras notícias policiais e investigações em Manaus, acesse o portal ITV CM7 Brasil. Por fim, a investigação sobre a morte do massoterapeuta em Manaus segue com a confissão de Mike Cavalcanti e sua alegação de legítima defesa. A DHS contesta essa versão e apresenta as imagens de segurança como parte dos elementos reunidos no inquérito.
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