Braga vence o debate da Rede Amazônica: trabalho, força política e propostas para enfrentar os desafios do Amazonas
Portal CM7
September 26, 2026
Amazonas - O senador Eduardo Braga (MDB-AM), candidato à reeleição com o número 155, levou para o debate da Rede Amazônica os problemas que mexem diretamente com a vida do amazonense: demora na saúde, falta de maternidades, segurança, BR-319, queimadas, emprego e defesa da Zona Franca de Mana...
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Amazonas, o senador Eduardo Braga, Ndba em candidato à reeleição com o número 155, levou para o debate da Rede Amazônica os problemas que mexem diretamente com a vida do amazonense. Demora na saúde, falta de maternidades, segurança, BR 109, queimadas, emprego e defesa da zona franca de Manaus. Durante o programa, Braga falou do que já fez, do que está em andamento e das propostas que pretende continuar defendendo no Senado.
Saúde, CISREG, maternidades e cuidado com as mulheres. A saúde ganhou espaço importante no debate. Braga reforçou o compromisso de zerar a fila do CISREG em 100 dias, com contratação de serviços e mutirões para ampliar consultas especializadas, exames e cirurgias. A proposta é de uns forços do Estado com recursos federais e emendas parlamentares para atender quem hoje passa meses esperando por atendimento.
Braga afirmou ainda que já destinou R$ 1,4 bilhão para a saúde do Amazonas, com recursos para UBSs, medicamentos, equipamentos e unidades de atendimento na capital e no interior. Outro ponto defendido foi a construção de novas maternidades em Manaus e nos municípios. Braga lembrou investimentos feitos quando foi governador, como a reforma e ampliação da maternidade Chapoprevost, além da maternidade Ana Braga e do Instituto da Mulher Donna Lindu. Para as mulheres, também defendeu mais atendimento ginecológico, prevenção ao câncer do colo do útero, vacinação contra o HPV e ações mais firmes de enfrentamento ao feminicídio e à violência sexual. BR-39 e Novo Porto. Obras para tirar o Amazonas do isolamento. Na infraestrutura, Braga voltou a defender a BR-39 e destacou que a estrada já tem obras acontecendo. Durante o debate, afirmou que o asfalto está caindo e que hoje são sete frentes de trabalho na rodovia com serviços de pavimentação, recuperação e outras intervenções. Braga relacionou a rodovia ao abastecimento, ao transporte de pessoas e mercadorias e a necessidade de acabar com o isolamento terrestre do Amazonas. Também citou o Novo Porto da Manaus Moderna, projeto conduzido pelo DNIT para melhorar o transporte de passageiros e cargas entre Manaus e o interior. Para Braga, estrada e porto têm o mesmo objetivo, facilitar a vida de quem precisa viajar, trabalhar, transportar mercadoria e manter o Amazonas conectado. Segurança nas ruas, nas fronteiras e proteção contra as queimadas. Na segurança pública, Braga defendeu delegacias funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana, principalmente as especializadas. Também falou em aumentar os efetivos das polícias militar e civil, equipar as guardas municipais e ampliar o patrulhamento nas comunidades. Nas fronteiras, defendeu mais participação do governo federal, com efetivo e tecnologia para dificultar a entrada de drogas no Amazonas. Braga também tratou das queimadas e da fumaça que chega a Manaus.
A proposta é investir em brigadas de combate aos incêndios no interior, com bombeiros militares e civis, atuando principalmente nas regiões mais atingidas pelo fogo.
Ele lembrou ainda políticas ambientais implantadas durante seu governo, entre elas o Bolsa Floresta, criado para incentivar a conservação e gerar renda para populações que ajudam a manter a floresta em pé.
Zona Franca é emprego e continuidade do trabalho. Na economia, Braga reforçou a defesa da Zona Franca de Manaus e lembrou sua atuação na reforma tributária para preservar os incentivos do modelo. Segundo ele, garantir segurança para a Zona Franca significa atrair novas empresas, movimentar a economia e abrir mais oportunidades de emprego. No encerramento do debate, Braga resumiu sua atuação com uma frase Eu fiz, eu faço, estou fazendo e vou continuar fazendo.
Candidato a reeleição com o número 155, Braga apresentou o mandato como instrumento para manter projetos em andamento, buscar novos recursos para o Estado e seguir atuando em Brasília nas pautas que considera fundamentais para a população Amin.
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