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PÔNEI LANCHES

Não Inviabilize

October 19, 2026

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!

Speakers Priscila Armani, Déia Freitas, Erika, Brígida

TopicsComedy FictionFiction

Priscila Armani (0:00)

Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.

Déia Freitas (0:08)

Oi gente, cheguei, cheguei para mais um Picolé de limão e hoje eu não estou sozinha, meu público. Quem está aqui comigo hoje é a Contabilizei. Trabalhar de maneira profissional, atender clientes, fechar projetos importantes, tudo isso ajuda o seu negócio a ir para frente. Mas se você costuma usar o seu próprio CPF, por costume ou por achar aí que a formalização de uma empresa é algo complicado, trabalhoso, eu estou aqui para te dizer que não é mais assim. Sim, você pode arrumar as suas coisinhas.

Quando um cliente pedir nota fiscal ou surgir aí uma oportunidade boa de fechar um negócio grande, essas possibilidades não precisam mais ficar pelo caminho. A Contabilizei te ajuda a ultrapassar a barreira silenciosa que te mantém aí na informalidade. E ó, nada de ficar preocupado achando que vai encarar aí uma peregrinação em cartório, uma montanha de papelada. Com a Contabilizei você abre seu CNPJ sem sair de casa, de forma online e sem precisar pagar aí honorários. Assim, você destrava o seu tempo e ainda pode focar no que você faz de melhor. Usando o nosso cupom DEA, tudo maiúsculo sem acento, você ganha a segunda mensalidade grátis. Saiba mais sobre a Contabilizei no link que eu deixei aqui na descrição do episódio. E hoje eu vou contar para vocês a história da Leandra. Então, vamos lá. Vamos de história. Leandra, com muito custo e depois de muitos anos, conseguiu ter um trailer de lanches. Mãe solo, mãe do Leandrinho, então tinha que se virar.

Ela conseguiu esse pequeno trailer, depois de muito trabalhar, e passou ali a vender lanches deliciosos.

E ela ia para todo lugar com aquele trailer. Ela colocava nos parques, e cada dia ela estava num lugar. Leandra sempre foi muito organizada financeiramente. Ela foi mantendo a vida dela com o Leandrinho, seu filhinho, e foi guardando o dinheiro. Porque qual que era o sonho da Leandra? Alugar um lugar e fazer até um ponto fixo, uma lanchonete mesmo, que a gente vai chamar aqui de pônei lanches.

O sonho da Leandra era o pônei lanches, mas era um sonho distante ainda. O tempo foi passando, ela foi trabalhando, vivendo ali a vida, sempre em contato com seu irmão Eusébio. Eusébio muito legal, nos piores momentos da vida de Leandra, foi ele que deu uma força financeira para ela, trabalhador, CLT, com a vida estabilizada, mas assim, classe trabalhadora, casado, dois filhos. Um dia, foi lá na Poneilantes, ela estava num parque, ele tinha levado os filhos lá, estava com a esposa. Enquanto eles estavam lá, a esposa do Eusébio comentou, poxa, meus pais têm um imóvel parado, já uns dois anos sem alugar, você não quer dar uma olhada?

SPEAKER_3 (3:33)

Lá pode ser comercial, residencial, de repente, você mora nos fundos e faz, a pôr neilantes na frente, a sua lanchonete.

Déia Freitas (3:43)

Gente, o sonho da Leandra.

SPEAKER_3 (3:48)

Ela falou, nossa, mas quando será que é o aluguel?

Déia Freitas (3:51)

E a esposa do Eusébio falou, eu vou falar com os meus pais e eu te mando mensagem. Leandra não pediu nenhum favor, ela pediu para ver quanto era o aluguel de fato, para ver se ela conseguia pagar o aluguel, desse imóvel que estava fechado.

A esposa do Eusébio falou com os pais, era um lugar de bairro, não era central, não era nada, assim, pessoal mais simples, tal. R$ 2 mil de aluguel. Para Leandra, que pagava R$ 1500 de aluguel para morar apenas, R$ 2 mil para ela ter a Pony Lanches e morar lá no fundo com o Leandrinho, gente, perfeito.

SPEAKER_3 (4:30)

Falou, eu aceito.

Déia Freitas (4:32)

Mesmo que ela não conseguisse ali naquele começo montar Pony Lanches, ela já estava morando lá, ia pagar R$ 500 a mais do que ela pagava de aluguel, mas ela já ia pensando em como fazer o negócio ali. Leandra foi lá e alugou esse móvel por três anos, contrato de 36 meses de aluguel. E como que eu vou explicar essa casa? Pensa numa rua, que algumas casas foram vendidas, reformadas, mas outras são mais antigas. Então, elas têm aquele terraço bonito, com arco na frente, sabe? Só que bem detonado, então era... Sei lá, tinha três casas ainda ali, naquela rua, que eram assim, mais antigas, mais preservadas, mas assim, zoadas. Então, era a casa que a Leandra alugou. Do lado, tinha a casa de uma senhora, que a gente vai chamar aqui de Dona Quintina.

E depois, lá mais para frente, tinha uma outra casa. Então, assim, tinha sobrado três casas dessas, assim, mais antiguinhas.

E para essa casa que a Leandra mudou, antes ela tinha sido uma oficina mecânica. Ela já estava fechada há muito tempo, mas tinha sido alugada para um mecânico que morava lá no fundo. Tinha uma edícola, tipo dois cômodos e um banheiro, né? E aqui, a parte da frente, ele fazia oficina. Então, imagina o caos que estava, gente. E os sogros, sogros do Eusébio, combinaram que eles iam quebrar todo aquele piso, fazer um contrapiso e um cimentado na casa toda ali, né? Iam pintar as paredes de branco, deixar pelo menos tudo branquinho, né?

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