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Mundo, a expectativa era gigante. O mundo queria ver o que Hendrick faria em sua estreia em copas, mas o roteiro foi engavetado por Karl Lancelotti. Antes mesmo de a bola rolar, a torcida brasileira já havia torcido o nariz para a escolha por Igor Thiago no comando de ataque. Mas foi com o jogo empatado em 1 a 1 que a ausência do Camisa 19 se tornou ensurdecedora. O Brasil precisava de criatividade, explosão e faro de gol.
Características que sobram na jovem estrela. Ancelotti mexeu no time cinco vezes, olhou para o banco, fez suas substituições, mas ignorou o clamor de milhões de brasileiros que exigiam atacante em campo. Nas redes, a indignação não perdoou a contradição do treinador. Ancelotti odeia muito o Hendrik.
É inacreditável precisar de gol e não colocar o Hendrik. Seja por uma questão tática, física ou pura teimosia, o fato é que Ancelotti comprou uma briga com a torcida logo no primeiro jogo. Para a partida contra o Haiti, na próxima estafeira, a pressão não será apenas pela vitória, mas para que o talento de Hendrik finalmente seja libertado.
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