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Mundo, o ministro da Segurança de Israel, Itamar Ben-Gvir, disse nesta segunda-feira, 15 de dezembro, que o país não é parceiro do acordo de paz firmado entre Estados Unidos e Irã.
Minha posição é clara. Não somos parceiros neste acordo, que não cuida da nossa segurança, e ele não nos obriga de forma alguma, afirmou o ministro do governo de Benjamin Netanyahu. O acordo para o fim da guerra foi anunciado, nesse domingo, 14 de dezembro, pelo primeiro-ministro do Paquistão, Sheba Sharif, e pelo presidente americano Donald Trump. Entre os pontos negociados, está o fim das operações militares no Líbano. Apesar disso, em comunicado compartilhado no X, o ministro israelense disse que o país é grato ao presidente Trump, mas que o acordo não obriga. Israel não é uma república de bananas, afirmou. Eu digo essas coisas ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu o tempo todo, e repito isso em salas fechadas, em todo entroncamento histórico importante de decisão. Em momentos históricos, é preciso tomar uma decisão histórica, escreveu. Ben-Gvir ainda afirmou que o exército de Israel não pode se contentar com menos do que o desmantelamento do Esbolá, e não pode recuar de nenhum território que os combatentes conquistaram e limparam de infraestruturas terroristas.
O ministro da Segurança de Israel disse que qualquer ataque que parta do Líbano contra Israel irá desencadear bombardeios em Dahieh, bairro de Beirut, capital libanesa. Segundo o Ministério da Saúde libanês, ataques israelenses mataram 3.783 pessoas e deixaram 11.699 feridos no Líbano. Apesar de um cessar-fogo entre os dois países ter sido firmado, ataques de Israel e do grupo Esbolá continuaram ocorrendo.
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