Topics: Comedy Fiction, Fiction
**SPEAKER_1** (0:00)
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
**Déia Freitas** (0:09)
Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não estou sozinha, meu publi. Quem está aqui comigo hoje é a Pet Love, que eu amo, me amado a Pet Love. Sabe aqueles programas que deixam o remédio na farmácia mais barato? O meu remédio de pressão é assim.
Graças à Pet Love, você agora vai ter um programa igual ao seu pet. Pet Love acaba de lançar o BPM, o programa de benefícios de medicamentos para pets, o primeiro do Brasil, tá?
Para você, tutor, manter o tratamento veterinário dos seus pets em dia A, sem que isso pese tanto no seu bolso. Seu pet vai ter mais saúde. Já que muitos tutores aí tem um gasto absurdo. Você que tem aí um gasto recorrente com seu pet pode ter 40% de desconto em medicamentos e 25% de desconto em alimentos medicamentos. Aqui em casa, eu tenho pet que come ração para diabético. Eu tenho pet que come ração para alérgico. Eu tenho pet que come ração gastro.
Então, um programa como esse faz toda a diferença aí no orçamento de quem cuida bem dos seus animais, né?
O BPM é válido apenas para produtos selecionados de marcas parceiras da Petlove. E tem um selinho que aparece ali do lado do nome com o P+, P de Petlove, mais para você fazer parte aí do programa de benefícios de medicamentos, você precisa ser um cliente do plano de saúde Petlove e fazer parte do Clube Petlove. E aí é só você adicionar o produto no carrinho que o desconto já entra automaticamente, sem cupom e sem nenhuma burocracia. Aproveita o BPM, gente. É o primeiro programa de benefícios de medicamentos para pets do Brasil. Agora o pet também tem. Clica no link que eu vou deixar aqui no final do episódio, porque tem o quê? Tem cupom, tem cupom. Tá na descrição do episódio. E hoje eu vou contar para vocês a história da Mariana. Então vamos lá. Vamos de história. Mariana foi adotada quando ela tinha quatro anos. Ela não tem lembranças de como era a vida dela antes, disse a adotada. Dos 4 aos 8 anos, Mariana teve muito carinho dos pais. Com 8 anos, Mariana ficou sabendo que sua mãe estava grávida de gêmeos. Ela tinha feito um tratamento e, depois de anos tentando, tinha dado certo. Foi uma gravidez onde Mariana não podia nem brincar dentro de casa, porque tudo podia fazer com que a mãe perdesse aqueles bebês.
Então, até os bebês nascerem, a Mariana não podia nem brincar. Quando as crianças nasceram, dois meninos, né, os gêmeos, Mariana foi tirada do quarto, que era dela, e foi colocada a cama dela no cantinho do lado da sala, tipo na copa. Mariana lembra que quando tinha visita em casa, ela não podia dormir, porque a cama dela ficava ali na copa. Transitava pessoas, tal, e a mãe não deixava ela dormir, então ela tinha que ficar sentada lá na varanda até que as visitas fossem embora, enquanto os irmãos dela dormiam lá no quarto, que agora era deles, né, o quarto que foi dela. Mariana nunca foi colocada para fazer serviços domésticos, que a gente já viu isso acontecer, né. A partir do nascimento dos gêmeos, ela foi ignorada totalmente pelos pais. Mariana fazia testes. Ela passava dias sem tomar banho para ver se ela levava uma bronca da mãe, e a mãe nem reparava. A mãe só cuidava dos gêmeos, o pai só queria brincar com os gêmeos.
Quando eles colocaram a Mariana na sala, a cama dela tinha dois gavetões. Um gavetão foi colocado roupa e o outro alguns brinquedos, caderno, coisas da escola. E o que sobrou, a mãe dela deu. O único espaço que Mariana tinha era ali aquela cama na copa e os dois gavetões. Muitos brinquedos que ela gostava. Ou ficaram para os gêmeos, ou a mãe deu. Imagina uma criança que dos 4 aos 8 anos teve amor, era chamada de filha e, a partir do momento que os gêmeos nasceram, ela deixou de ser a filha, porque eles não chamavam mais ela de filha. Chamavam pelo nome, Mariana, e não falavam para os gêmeos que ela era irmã. Chamavam ela de tia. Fala com a tia, Mariana. Veja só.
Os irmãos cresceram assim, vendo a Mariana como uma pessoa que estava ali na casa, que ela não podia brincar com eles. Então, a vida da Mariana era ficar quietinha, para pelo menos não perder aquela cama que ela tinha ali na copa. Mariana também, quando os gêmeos nasceram, foi tirada da escola e colocada numa escola pública. E os gêmeos, quando tiveram a idade de ir para a escola, foram para uma escola particular. Mariana tinha nove anos de diferença para os gêmeos. Dos nove aos dezoito ali, os pais nunca mais comemoraram o aniversário dela, não olhavam lição, caderno, se ela passava de ano, se ela não passava, nada importava. A mãe era dona de casa, então era ela que fazia as coisas, ela não botava a Mariana para fazer os serviços da casa, mas assim, a Mariana tinha um pão de manhã, não podia repetir, era a mãe que botava a comida no prato e era aquilo, e o jantar também, a mãe botava a comida no prato e era aquilo. Quando tinha pizza, alguma coisa diferente, a Mariana tinha que jantar a comida, que tinham comido no almoço, e ela não participava desses momentos de família.
9 more minutes of transcript below
Thousands of transcripts fetched by people building searchable podcast archives
Try it now — copy, paste, done:
curl -H "x-api-key: pt_demo" \
https://spoken.md/transcripts/1000651996090
Works with Claude, ChatGPT, Cursor, and any agent that makes HTTP calls.
From $0.10 per transcript. No subscription. Credits never expire. Prices exclude VAT, added at checkout for EU customers. Not what you expected? Email us within 14 days with 20 or fewer credits used and we refund the pack in full.
Using your own key:
curl -H "x-api-key: YOUR_KEY" \
https://spoken.md/transcripts/YOUR_EPISODE_ID