**SPEAKER_1** (0:00)
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
**Déia Freitas** (0:08)
Oi, gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não estou sozinha, meu público.
Quem está aqui comigo hoje é o Mercado Libre. Quem não ama fazer uma comprita no Mercado Libre? Fora ficar horas ali, scrollando, como o jovem fala, vendo todas as coisinhas, favoritando, botando no carrinho. Eu amo a entrega mais rápida do Brasil, apenas. Desde os pequenos desejos, coisinhas, eu compro até coisinhas de amarrar cabelo, tudo no Mercado Livre, até compras maiores como o quê?
**SPEAKER_4** (0:48)
Uma geladeira de Nox.
**Déia Freitas** (0:50)
Amo. Quem é não enviabilizer de carteirinha vai pegar aí a referência.
Você encontra tudo isso e muito mais no Mercado Livre. Gente, eu que estou construindo uma casa e reformando algumas coisas, praticamente tudo a gente compra no Mercado Livre. Coisa de decoração, material de construção, gente, tudo. Dia dos pais está chegando. O pai sempre fala não, não estou precisando de nada não. Mas quando você vai ver, a carteira dele está se desfazendo. A churrasqueira que ele ama está toda enferrujada. A camisa favorita é praticamente transparente.
Tudo, qualquer presente que você precisar e que você quiser comprar para o seu pai, você vai achar no Mercado Livre. E a gente sabe que o seu pai também vai gostar de entrar ali no app do Mercado Livre para fazer umas compritas. Já entra com o pai. No Mercado Livre você encontra tudo o que o seu pai precisa com produtos com até 70% de desconto. Você pode pagar em até 21 vezes com o mercado pago. Sério, corre agora para o app do Mercado Livre. Lá tem as melhores marcas com frete grátis a partir de 19 reais. Sério, no aplicativo do Mercado Livre tem tudo. Eu sou Mercader Livre.
Eu amo, compro tudo.
E hoje eu vou contar para vocês a história da Ana Júlia. Então vamos lá, vamos de história. A Ana Júlia conheceu um cara, namorou e casou com este cara. A Ana Júlia trabalhava, o cara trabalhava, eles alugaram uma casa. Quando a Ana Júlia engravidou, ela conversou com o marido e os dois, juntos, tomaram a decisão de que ela pararia de trabalhar assim que o bebê nascesse. Foi uma decisão em conjunto. Ana Júlia queria, o marido queria. Ele falou, bom, pode ficar em casa com o bebê, que eu seguro as pontas, eu consigo bancar a casa.
A ideia era que quando o bebê nascesse, ela ficasse um, dois, no máximo três anos sem trabalhar, e depois arranjaria emprego de novo. Caio nasceu, bebezinho Caio.
Foi uma festa, o casal ficou muito feliz, só que aquela coisa, criança demanda, criança cansa. E a Ana Júlia não achava que ela podia, pelo menos falar para o marido, olha o Caio para mim, para eu tomar banho. Porque o cara trabalhava, botava tudo dentro de casa e o papel dela era cuidar do Caio. A Ana Júlia não pedia para o marido fazer nada, nem em relação à casa, nem em relação ao Caio. E assim, né? Ela ia fazendo tudo. Conforme o tempo foi passando, a Ana Júlia foi achando que o marido não estava tão preocupada com eles dois, com ela e com o Caio. O cara dirige, o cara tem um carro, já tinha esse carro antes de casar com a Ana Júlia. Um dia, a Ana Júlia foi ao pediatra. Era um dia que ele não estava trabalhando e estava uma chuva muito forte. E ela ligou para o marido e buscar a criança e a esposa. E ele falou que não ia porque estava chovendo e ele não ia sair porque ele estava ali no quentinho da casa. Veja bem, ele bancava a casa ali, mas ele achava, por exemplo, que carro de aplicativo é luxo. Ela não tinha nenhuma conta de carro de aplicativo, porque o quentinho era ele.
**SPEAKER_5** (4:36)
E aí ela falou, você pode então pedir um carro de aplicativo para gente?
**SPEAKER_6** (4:40)
Ele falou, não espera que a chuva já vai passar.
**Déia Freitas** (4:45)
E ela ficou lá esperando mais de uma hora a chuva passar para depois ir embora com Caio de ônibus.
Várias coisinhas assim, ela achava que ele não estava nem aí para ela e para o Caio. O tempo passou, Caio fez um, dois, três anos e aí o combinado era que a Ana Júlia voltasse a trabalhar. Eles conversaram novamente e qual foi a ideia dos dois, tá, em conjunto?
**SPEAKER_5** (5:13)
Quando Caio for para o ensino fundamental com sete anos, ou seis anos, não sei a idade certa, aí você vai trabalhar.
**Déia Freitas** (5:21)
Para mim, Andréia, eu já ia falar para ele, não, eu acho que eu vou trabalhar agora, a gente põe o Caio numa creche, porque, assim, ela não tinha dinheiro porque ele achava que era luxo. Então, assim, uma unha, pegar um carro de aplicativo quando você está cansada, com bolsa de nenê, com nenê, ele achava que era luxo. Fazer o cabelo, ela só fazia em casa. A Júlia cortava o cabelo dela em casa, porque ele não dava um dinheirinho para ela cortar o cabelo. Então, assim, para você ter as suas coisas, mulher, me escuta, você tem que trabalhar. E se você não trabalha, não tem a possibilidade de trabalhar, o dinheiro que é do seu marido é seu. Então, se você vai ao mercado, você vai falar para ele que foi 300 e vai ser 200, e esses 100 reais de diferença você vai guardar. Para uma emergência sua, uma emergência do seu filho, para você fazer um a um e um negocinho.
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