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Os cientistas e as Células Tronco

Aline martinez

September 21, 2021

Pesquisas realizadas pelos cientistas John Gurton e Shinya Yamanaka. Vencedores do Prêmio Nobel de Medicina em 2016
Speakers: Aline Martinez
**Aline Martinez** (0:04)
O podcast de hoje é sobre os cientistas e a desproberta da célula astral. John Burton, nascido em 1933 e deitado em art. na Gambetânica, completou seu doutorado na Universidade de Oswald, em 1960, e o pós-doutorado no Instituto de Tecnologia da Carifórnia. Atualmente, ele é professor e mérito de Biologia do Desenvolvimento no Departamento de Zoologia da Universidade de Gambet. Também dirige na mesma universidade o Instituto que leva o seu nome, voltado para pesquisas sobre câncer e biologia do desenvolvimento. Burdon já estava acostumado a enfrentar desconfianças em relação à sua capacidade científica, quando, há 50 anos atrás, publicou um estudo revolucionário que desafiava o conhecimento estabelecido em relação ao funcionamento celular. Na época, os maiores pesquisadores da área defendiam que, assim que as células do embrião começavam a se diferenciar, seu conteúdo genético ficava irreversivelmente alterado. Noitanto, Burdon provou o contrário. Experimento Burdon utilizou sapos africanos, como, por exemplo, genófitos levos, que possui óvulos bem grandes e só não é fácil de manipular. Nesse experimento, após extrair óvulos da espécie africana, esses óvulos foram expostos à luz violeta, assim para os núcleos celulares fossem destruídos e depois extraídos as células extintas de sapos da mesma espécie, mas sendo de jardim. Então, o cientista transportou o núcleo de uma célula do intestino e o DNA dentro dela para um óvulo do animal. O óvulo se desenvolveu de modo normal, mostrando que o DNA do intestino ainda continha as formações necessárias para produzir todos os outros tipos de células do corpo. Como era de se esperar, a ideia não foi bem aceita pelos outros cientistas, que demoraram cerca de uma década para aceitar o resultado da pesquisa.
Seniwa Yamanaka. Nascido em Osaka, Japão, em 1972, filho único de um fabricante de peste de reposição para máquinas de postura, Yamanaka deveria, como diz a tradição japonesa, ter seguido os passos de seu pai. Mas quando tinha 10 anos, seu pai diz que gostaria que ele fosse médio. O jovem Yamanaka se converteu num brilhante cirurgião para depois orientar sua carreira para pesquisa, até obter o reconhecimento definitivo de seu trabalho com o Nobel. Suas descobertas revolucionaram a nossa compreensão sobre a maneira com que as células e os organismos se desenvolvem, afirmou o comitê Nobel sobre esse cientista de 50 anos. Antes de se dedicar à pesquisa básica, se formou em medicina em 1987 e chegou a ser cirurgião autopédia. Em 1983, se tornou PhD pela Universidade de Osaka. Trabalhou no Instituto Grand Stone em São Francisco, nos Estados Unidos, que realiza pesquisas sobre doentes cardíacos virais e neurológicos. Atualmente, é professor na Universidade de Kyoto. No mesmo ano em que a pesquisa foi publicada, Shinila nasceu no Japão. Mais de 40 anos depois, em 2006, ele levou aos limites a teoria de Burdell. E uma pesquisa com ratos reprogramou células maduras para se transformarem diretamente em células-tron. Com isso, mudou o conhecimento que temos sobre o corpo humano, criou novas possibilidades de tratamento para inúmeras doenças e deu passo fundamental para as pesquisas da medicina que são realizadas hoje em dia. Em 2016, Imanaka e Burdell receberam o prêmio Nobel de Medicina de 2012 por conta dessas pesquisas. O prêmio Imanaka era previsível pelas inúmeras consequências de seus estudos, já o prêmio de Burdell reconhece um trabalho revolucionário que estava anos-luz à frente dos pesquisadores de sua época, diz Antônio Carlos Tampos de Carvalho, diretor da Rede Nacional de Terapia Celular. Segundo cientistas entrevistados pelo site da Veja, o prêmio reconheceu o ciclo de 40 anos de pesquisa, que transformou o que sabemos sobre as estruturas importantes para a saúde humana. Entre outros cientistas votados para receber o prêmio estavam James Till, que descobriu as células-tronco em 1973, e James Thompson, que criou as primeiras células-troncos humanas a partir da embrião em 1998
Achei muito boa a solução encontrada pelos organizadores do Nobel. A pesquisa de Burdell mostrou que havia algumas coisas no óvulo que reprogramavam o nudo de uma célula adulta. O que a Manhattan fez 40 anos depois foi descobrir o conteúdo desta caixa preta. Ele definiu quatro genes capazes de fazer isso em um método simples, que podia ser repetida em centenas de laboratórios ao redor do mundo. De Cilígia da Veiga, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embryonários da USP. Antes da pesquisa de manaca, o único modo de se produzir célula-tronco prioripotentes era a partir de embriões. Quando descoberto dos quatro fatores, os cientistas criam as células-tronco prioripotentes, induzidas que poderiam ser produzidas a partir de qualquer tecido no corpo. Ele abriu portas, inclusivas na medicina. No ano seguinte, já está demonstrado que o método era possível em humanos. Hoje já há pesquisadores tentando fazer o mesmo, com apenas dois genes, diz Antônio Carlos Campos.
A células-tronco. Também chamada de células-mãe, células-tronco pode se transformar em qualquer um dos tipos de células do corpo humano e das origens a outros, tecidos como ossos, nervos, músculos e sangue. Dada essa versatilidade, elas vêm sendo testadas na regeneração de tecidos e órgãos de pessoas doentes. Célula-tronco embrionária. Formada no braço do cito, aglomerado de células que formam feto, por ter o objetivo de ajudar na criação e desenvolvimento de um novo organismo, pode se diferenciar em praticamente todos os tecidos do corpo. Células-tronco pruripotentes do zil. Célula adulta especializada, que foi reprogramada geneticamente para o estágio de célula-tronco embrionária, pode se transformar em qualquer tecido do corpo. Elas são obtidas por meio da reprogramação genética de células adultas. Uma célula somática não envolvida diretamente na reprodução, como a da pele, pode voltar a um estágio similar ao de célula-tronco embrionária, pela adesão de alguns gênios. Terapia celular. O desenvolvimento da pesquisa que chama a atenção é a terapia celular, usada uma célula-tronco saudável para substituir outra célula danificada, a imagem, a possibilidade, após um infarto, retirar uma célula da pele, reprogramá-la, transformá-la em músculos, e transportá-la de volta. Tudo isso sem risco de rejeção pelo paciente, diz Lígia da Veiga, que no entanto acredita ainda que existem muitos obstáculos para esse tipo de treinamento, de tratamento. As células trombobrionárias se mostraram mais seguras para esse tipo de tratamento. Ainda assim, as pesquisas com elas estão apenas com missão. A menor segurança das IPSCS acontece na reprogramação da célula. É induzida por muita, é conduzida por mutações no DNA, que podem causar problemas futuros, como o desenvolvimento de um câncer. Também ainda não se sabe se as células trombobrionárias podem guardar algum tipo de memória sobre sua identidade interior. Por isso ainda é muito cedo para pensar em uso na terapia celular. No entanto, seu uso em pesquisas médicas já está revolucionando o entedimento de diversas doenças.

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