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Gilbert Lewis

Aline martinez

August 10, 2021

Lewis e as Ligações Químicas
Speakers: Aline Martinez
**Aline Martinez** (0:05)
O podcast de hoje é sobre Gilbert Milton Lewis, um cientista que descobriu as legações tímidas.
Um dos químicos norte-americanos mais notáveis de todos os tempos foi Gilbert Newton, que nasceu em Vellmolt no dia 23 de outubro de 1875 Foi um físico químico conhecido pela desproberta da ligação povalente e seu conceito de pares e elétrons, suas estruturas de Lewis Dodge e outras contribuições para a valência e teoria da ligação moldaram modernas teorias da ligação química.
Foi doutorando na Universidade de Harvard em 1899 Na Alemanha, estudou em Leipzig e Waldensee. Dirigiu do Dabinete de Pesos e Medidas um laboratório governamental nas Filipinas de 1904 a 1905 Fez alguns trabalhos sobre termodinâmica. Foi professor de físico-química no Instituto de Tecnologia de Massachusetts de 1907 a 1912 Ainda em 1912, mudou-se para a Universidade de Califórnia em Betil. Foi professor do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e professor e reitor da Universidade de Califórnia, posto que ocupou até falecer em 23 de março de 1946
Leves e as ligações químicas. Leves contribuiu com o êxodo para a termodinâmica fototínica de separação de isotropos, e também é conhecido por seu conceito de ácidos e bases. Na área acadêmica e de pesquisa, trabalhou com respostas de diferentes paracompostas orgânicos e suas ligações químicas. Neste caso, propôr a divisão de um par de elétrons em dois átomos. Por causa deste experimento, em específico, ficou vinculado a uma teoria que define os ácidos e bases. Em 1916, começou a desenvolver a ideia de que as ligações químicas, então baseadas em compartilhamento e transferência de elétrons, publicou suas ideias na obra Valência e Estrutura de Átomos e Moléculas, em 1923 O professor também trabalhou em Conceito de Radiação Luminosa, de Termodinâmica. Outros estudos e experimentos realizados por Lewis foram a apresentação da Câmara Camada de Valência e os desenhos em cada átomo. Este foi o princípio essencial para a demonstração de uma legação iônica, tornando fácil de visualizar e entender como acontece a partilha de íons e elétrons. A substituição do hidrogênio pelos deutérios em uma amostra de água preparada também foi resultado de um estudo feito por Lelvis, sendo de grande valor acadêmico. O professor figurou como um membro da Academia de Ciência da ex-união soviética, mesmo sendo estrangeiro, tendo sido um dos primeiros a concedir tal feito. Em 1933, isolou o deutério, que é um dos isótopos do hidrogênio, que forma a água pesada. Foi Lelvis quem introduziu, desenvolveu camadas de valência dos átomos nas lidações químicas. Para facilitar a visualização das transferências e compartilhamento de elétrons. Para facilitar e demonstrar as lidações que ocorrem entre os átomos, Lelvis elaborou um modelo que explicava as lidações estabelecidas entre os elétrons amentais. Lidações fulvalentes. Nesse modelo, são apresentados elétrons de valência de cada átomo, e como se dá a ligação entre eles, afinal, estabilidade do átomo está em sua camada de valência. Os átomos realizam lidações químicas entre si, a fim de alcançar a estabilidade eletrônica. Para isso, compartilham, recebem ou doam elétrons até que alcancem a configuração eletrônica, semelhante a de um gás nobre, elemento notável que não tem a necessidade de desceridar a outros átomos. Para representar essas lidações, usamos as estruturas de lélvis.
Outras realizações de Gilbert. Em 1921, Gilbert foi o primeiro a propor uma equação empírica que descreve o fracasso de eletrolitos fortes para obedecer à lei da ação das massas, um problema que teve tímido físico propéticos durante 20 anos. Suas equações empíricas, para o que ele chamou de força iônica, foram posteriormente confirmadas para estar de acordo com a equação de Debrey. Para eletrolitos fortes, publicados em 1923 Em 1926, ele punhou o termo Fóton para a menor unidade de energia radiante, que é a luz. Na verdade, o resultado de sua carta à natureza não era o que ele pretendia. Na carta, ele propôs o fóton ser um elemento estrutural, não de energia. Ele insistiu na necessidade de uma nova variável, o número de fótons. Embora sua teoria difere da teoria quântica, da luz, introduzido por Albert Einstein, em 1905, seu nome foi adotado para um Einstein. Tinha chamado um quanto de luz.
Podcast criado pela aluna Aline Martínez, em parceria com as alunas Luana e Amanda, do Curso de Ciências Biológicas do Instituto Federal do Paraná. Campos ou Moarama. Obrigada a todos pela atenção. Boa tarde.

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