Topics: Comedy Fiction, Fiction
**SPEAKER_1** (0:00)
Picolé de limão, o refresco ácido do seu dia.
**Déia Freitas** (0:08)
Oi gente, cheguei, cheguei para mais um picolé de limão e hoje eu não estou sozinha, meu publi. Quem está aqui comigo hoje é Ema, amô. Para ter qualidade de vida, uma boa noite de sono é fundamental. E dormir bem, com conforto, faz toda a diferença no nosso dia a dia, né? O Festival do Cliente Ema chegou e Ema te convida a fazer parte dessa história pelos próximos anos. Escolher um colchão Ema vai muito além de uma mera compra. Vocês sabem que eu sou suspeita para falar, né? O primeiro dinheiro que eu ganhei no podcast, eu comprei um colchão Ema para mim e um colchão Ema para a Janaína. Comprar um colchão Ema é investir em tecnologia, uma tecnologia desenvolvida para transformar a qualidade do seu sono, com materiais de alta performance e durabilidade comprovada, com até 10 anos de garantia. Gente, Ema é tudo, sério? E mais do que uma promessa, essa garantia Ema é a prova da confiança que a marca tem na qualidade dos seus produtos e no impacto que eles podem ter aí na sua rotina para que você durma muito, mas muito melhor. Ema sabendo que muita gente adia o momento de trocar o colchão, mesmo entendendo que uma boa noite de sono muda vidas, lança o Festival do Cliente Ema com descontos e ofertas imperdíveis, fazendo deste o momento ideal para você investir em mais disposição, conforto, qualidade de vida, você vai ficar mais felizinho. Vai por mim. Gente, sério, investe em você, investe num colchão Ema.
Sério, vai mudar sua vida. Eu vou deixar o link certinho aqui na descrição do episódio e aproveita, porque, ó, tem desconto e tem cupom. E hoje eu vou contar para vocês a história da Sabrina. Então, vamos lá. Vamos de história. Sabrina trabalha numa empresa muito grande, que a gente vai chamar aqui de Pony Paper. Já tem quatro anos que a Sabrina trabalha na Pony Paper, e hoje ela tem 28 anos. Sabrina é uma moça muito caseira, trabalha de segunda a sexta, pega o fretado da Pony Paper logo cedo, e depois o fretado da Pony Paper no final da tarde. Quase não sai, não faz baladas, não está namorando atualmente e mora sozinha. Então, assim, Sabrina tem uma vida muito tranquila.
No departamento ali que a Sabrina trabalha, ela se dá bem com todo mundo, nunca teve um confronto, uma inimizade, nada, nesses quatro anos de empresa.
Um dia, Sabrina está lá trabalhando, quando um almoço ali do departamento dela falou, Sabrina, venha até aqui que tem uma encomenda aqui para você. Sabrina foi e eram rosas vermelhas, mais ou menos ali meia dúzia de rosas, umas rosas bonitas vermelhas e tinha um cartão. Quando a Sabrina abriu ali aquele cartãozinho para ler, estava escrito, Como é ser a maior vagabunda da Pony Paper?
Estava ali no envelope do cartão o nome dela e o departamento. Então, assim, não era para outra pessoa, era para a Sabrina, mas a Sabrina nunca se envolveu com ninguém da empresa. Sabrina na hora ficou muito abalada. Sabrina tinha uma chefe, mas a chefe dela não estava naquele dia, então ela foi direto no RH. O RH disse que ia apurar e dispensou a Sabrina naquele dia, né, para ela ir para casa. Mas a Sabrina, como ia e voltava de fretado, ficou com muito medo, de repente, de sair, até alguém esperando ela ali fora e ela resolveu não ir embora. Resolveu ficar trabalhando e aquilo se espalhou pelo departamento e pela empresa inteira.
Um dia depois, o RH chamou a Sabrina e disse que tinha sido um entregador, um motoboy, que tinha deixado as flores lá e as flores não tinham nenhuma etiqueta para dizer de que empresa que era, então assim, não tinha como rastrear. O motoboy, como todos os outros motoboys, tinha deixado a moto na rua e deixou as flores ali na portaria. O pessoal ali da portaria aqui destina para onde vão as coisas, ninguém entra na empresa. Então, não tinha como saber nem a placa da moto para saber, sei lá, tentar fazer um boletim de ocorrência ou alguma coisa. Nem intimidade ela tinha com nenhum cara ali da empresa, nem saía para almoçar junto, nada dessas coisas. Então, quem que estava chamando ela de vagabunda? Uns dias depois, Sabrina recebeu uma caixinha pelo correio, não tinha remetente ali, ela já ficou cismada, recebeu na casa dela, só que o porteiro pegou de manhã, Sabrina chegou ali sete e pouco da noite em casa, e essa hora o porteiro já não estava mais, então ele deixa ali nas caixinhas de cada um. E a caixinha da Sabrina estava cheirando muito mal. Sabrina não abriu a caixinha, chamou a síndica, estava escorrendo uma coisa assim que parecia, segundo a síndica, vamos chamar a síndica de Dona Avanda, parecia um óleo que sai de lata de sardinha, mas também tinha um pouco de cheiro de cocô e parecia cocô humano. Aquela caixinha foi jogada no lixo e a Sabrina nem chegou a abrir. Sabrina recebia agora ligações de números restritos, onde ninguém falava nada.
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